Vendendo a Solução! Conheça a história da Maiara e da Luísa

Publicado em:
8/11/2021

Hoje trazemos a história da Maiara e da Luísa. Conversamos um pouco sobre a trajetória delas pela Stone e os desafios que tiveram quando entraram  na Collact, no time de Comercial Remoto. 


Saiba quais foram as várias mudanças pelas quais elas passaram e como  superaram cada uma, como a transição afetou seu dia a dia, o desenvolvimento delas para enfrentar novos desafios e um pouco da rotina e dos projetos que realizam hoje na Collact!


Confira abaixo como foi a entrevista com elas.


Collact: Como foi a passagem pela Stone até chegar na Collact?

Maiara: Não foi bem uma passagem, foi um turbilhão! Foi um grande desafio na Stone, com dias muito intensos. Desde o primeiro dia com a venda da maquininha Stone eu já vendia Collact também e, desde lá, a Collact sempre me acompanhou. A Collact sempre fazia eu fechar a venda na Stone!


C: E como foi para você, Luísa?

Luísa: Nossa história é muito parecida. A partir da primeira semana, conheci a Collact. A Stone foi incrível para mim, todas as histórias dos clientes e a procura pela solução deles agregou muito para mim, foi um divisor de águas. 


C: E como foi a transição de fato para a Collact. De onde veio a mudança?

L: Pra mim foi quase um namorinho e chegou um momento em que eu queria um novo desafio, tinha completado um ano na Stone. Eu queria algo diferente e quando recebi um e-mail falando que tinha vaga, não deixei a oportunidade passar, já corri atrás do meu espaço na Collact.


C: E para você, Maiara?

M: Pra mim foi um pouco mais intenso. Eu estava na Stone há 6 meses e lá eu vendia muito Collact, era muito próximo de mim. Não estava disposta a sair da Stone, mas conversando com meu líder, o Daniel, ele me disse que tinha uma ideia boa. Ele me contou que abriria vagas internas (transição Stone - Collact), fiquei desacreditada e topei na hora. Fazer os processos foi muito pegado porque era  um grande desafio para mim fazer a mudança. Passei do presencial para o remoto e tive que me adaptar, mas topei o desafio!


C: E para vocês qual é a diferença da Collact para a Stone?

L: Acho que a diferença foi ter um foco em encontrar a solução específica a partir da dor do cliente


“A gente realmente consegue entender qual é a necessidade, qual é a dor, o que a pessoa precisa, imaginar o mundo dele, e aí sim entrar diretamente na solução e levar essa magia pra ele. É como se a gente trouxesse um sonho para ele.”


M: Exatamente isso. Aqui na Collact somos mais específicos, a gente tem que descobrir a dor do cliente e encontrar a melhor solução para ele. É realmente como realizar um sonho do cliente.


C: Como foi entrar em uma empresa nova e mudar para o remoto ao mesmo tempo?

M: Ninguém estava esperando nada disso, então foi tudo novo pra todo mundo. Eu trabalhei sempre no presencial e nunca trabalhei sem conhecer o time também. Me questionei se iria realmente dar certo. Como eu vou entrar numa empresa que eu não conheço as pessoas? Integrar com o time também fez parte do desafio e tivemos uma abordagem diferente, usando o Google Meets para integrar a galera. 

L: Ela que puxa a energia do time todo praticamente (risos), acorda com aquele bom dia e manda aquele Mantra.


C: E o mantra muda todo dia?

L: Sim, sempre muda de acordo com a lua, com Mercúrio e ela vai adaptando (risos).

M: Acho que até cabe muito com o que a gente tá falando, é tudo energia, é importante para fluir. 


C: E Pra você, Lu, como foi a mudança?

L: Eu vivi isso um pouco mais intenso, desde que a Stone estava no home office eu fui entendendo como funcionava e pegando o ritmo, o que a gente perde e o que a gente ganha. Quando eu vim pra Collact, eu senti uma energia diferente. Até na primeira semana tinha muita integração e me senti acolhida mesmo à distância. Foi bom para aceitar de forma mais natural o home office. Conversando com o pessoal, a gente consegue imaginar quem tá ali do outro lado. Na Collact, o clima é diferente.

M: Eu tive minha primeira recepção na Stone e foi muito legal. Pensei que nada ia superar. Mas cheguei na Collact e fiquei surpresa com os mimos, o pessoal chamando para conversar. Talvez a gente conheça melhor os times no remoto do que se fosse no presencial.


C: E vocês duas saíram de uma empresa muito mais consolidada, como foi essa mudança em questão de tamanho?

L: Achei que combinou muito comigo. Desde o onboarding. Tivemos um papo com os fundadores da empresa no primeiro dia. Aqui a gente tem toda a proximidade com as pessoas, entendemos pra onde a empresa está indo e isso não temos na Stone.

M: Concordo com a Lu. Aqui temos um universo de oportunidades e, como a gente tem uma proximidade muito grande com o time e a liderança, temos oportunidade de executar muito mais fácil. A gente consegue colocar muito mais a mão na massa, no aspecto de construir. Esse sentimento de que a gente consegue fazer muita coisa faz todo mundo se sentir como dono.


C: Como é o dia a dia na Collact?

M: Bem intenso (risos). A gente tem algumas obrigações, mas, como a gente tava falando, é um mar de oportunidades. Fazemos muitas coisas além do básico.


C: E o que é o básico?

M: O dia a dia é conversar com clientes do Brasil inteiro. Temos duas equipes de vendas, o time presencial que vai nos estabelecimentos e o time remoto. Nossa agenda é prioritariamente voltada para atender os clientes. Temos um time de SDR que faz a qualificação dos clientes e passam eles pra nós. Esqueci de alguma coisa, Lu?

L: É basicamente isso, é intenso porque ficamos quase o dia inteiro atendendo os clientes e cada cliente é diferente. Acabamos pegando um carinho por alguns deles.


C: E o que é além do básico?

M: Bom, todos os dias temos os rituais, para estarem todos alinhados e temos alguns projetos que estamos tocando por aqui. Então a gente vai ali melhorando algum processo, a gente cria um projeto com o marketing ou vai melhorando alguma apresentação.


C: E tem alguma parte que você ajudou a construir e da qual você sinta orgulho? 

M: Poxa, várias! A gente traz vários  feedbacks do cliente que são oportunidades de melhoria e passamos para a equipe de produto. Já temos novas funcionalidades chegando que nós conseguimos trazer pra empresa  com o mapeamento desses feedbacks.


“Acho que a palavra que a Mai falou é melhoria. A gente busca sempre melhorar, otimizar e oferecer uma melhor jornada do cliente. É algo que olhamos constantemente e nos orgulhamos.” - Luisa


M: Algo que a Stone falava muito é que o cliente é a razão. Tudo que a gente faz e traz é baseado no cliente, ele é sempre a razão. 


C: Mais alguma coisa que vocês têm muito em comum é que vocês duas fizeram engenharia e foram para a vendas, como foi essa mudança?

M: Não existe uma faculdade de vendas Na minha jornada sempre gostei muito de números, mas sempre fui de gente, de conversar com as pessoas. Eu trabalhei na área da indústria de engenharia química, mas quando fui pra São Paulo, em uma entrevista que eu fiz, falaram para eu ir para a área de vendas porque meu perfil é de vendas. Mas a coisa aconteceu de maneira muito fluida. Trabalhei na área de venda técnica da empresa e, desde o primeiro momento, percebi que gostei muito e acabei me apaixonando por essa área de vendas. Hoje, não me vejo fora disso, eu sou uma vendedora (risos).

L: Por aqui, na verdade, foi um processo mais devagarinho. Sempre gostei muito de engenharia, mas sempre tive esse calorzinho de saber o impacto do que era feito. Queria saber o que estava acontecendo, conversar com a equipe e saber o que está acontecendo de fato no dia a dia. Mas cheguei a um ponto em que realmente percebi que queria vender. No fim, foi uma surpresa e uma mudança legal, em que fui curtindo e entendendo todo o processo de vendas. E, pra mim, o feedback é encantador. Às vezes recebemos ligações ou mensagens das pessoas falando que mudamos a vida delas. Pra mim isso é maravilhoso.


C: Como vocês convidariam alguém, pra ser Agente Comercial Remoto  na Collact?

L: Temos uma garota propaganda perfeita aqui, a Maiara já até fez a nossa divulgação (risos). Eu acho que se você busca fazer um trabalho ali diário em que você vai conversar muito com os clientes, se você tiver vontade de conhecer novas histórias...


“Realmente, se você quer colocar sua paixão e o seu jeito no que você faz todos os dias, acho que aqui vai ser o seu caminho e você vai se sentir desafiado todos os dias.” 


Mas você vai se sentir realizado depois de todo cliente satisfeito e vai perceber que seu esforço está valendo muito a pena.


C: E quando acaba o dia de trabalho, o que gostam de fazer?

L: Aqui em casa tem uma rotina muito atarefada, já corro pra buscar meu filho na escola e fazer alguma atividade física. Depois já chega em casa pra comer alguma coisa e ir dormir. Gosto de nos finais de semana fazer alguma atividade com a família, sair e ir no parque, restaurante ou um cineminha.  

M: Gosto de fazer Yoga. Assim que o notebook fecha, já vou pro tapetinho fazer. Gosto de tomar um tempo pra respirar, porque a vida de vendedor é muito corrida e todo dia tem meta pra bater. Gosto também muito de astrologia, ouvir palavras de paz, amor e escutar uma música para relaxar. Gosto de ler e conversar para descansar. E tomar um chimarrão também, é muito cultural no Rio Grande do Sul. Gosto de sair com a família nos finais de semana.



Aqui se encerra a entrevista de hoje. Trouxemos uma conversa muito interessante sobre a jornada da Luísa e Maiara, com todas as impressões sobre as grandes mudanças pelas quais passaram entre a Stone e  a Collact. Se quiser acessar o papo em aúdio, é só vir aqui no episódio do nosso podcast!


Ah, aproveite para dar uma olhadinha nas vagas que temos em aberto. Se quiser fazer parte desse time comercial incrível, já sabe por onde começar, né?! É só clicar aqui e se inscrever para participar do nosso processo seletivo! 

Marcelo Ávila

Meu nome é Marcelo, mas o pessoal costuma me chamar de Ma! Sou graduando em Engenharia de Materias pela UFSCar e aqui na Collact eu assumo o desafio de ser Recrutador para as áreas de Operações e Negócios! Minha missão é encontrar e trazer as melhores pessoas para os nossos times e assim crescermos e fazermos história juntos.

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