Conheça a jornada e os desafios de Guilherme Gaddini, que saiu de vendas para trabalhar com dados

Publicado em:
29/9/2021

Hoje trazemos mais uma história legal para contar para vocês: nosso papo com o Guilherme Gaddini. O Gui tem uma trajetória muito interessante! Ele é formado em Engenharia, trabalhou por um bom tempo na área de vendas na Stone e depois veio para a Collact trabalhar também com vendas. Mas, há aproximadamente 6 meses, fez uma migração interna para a área de dados. Demais, né?


Confira mais sobre essa jornada incrível na entrevista abaixo!


Collact: Conta para a gente um pouquinho de quem é o Guilherme? 

Gui: Estou na Collact desde 2019, mas tive uma passagem pela Stone anteriormente, dando um total de aproximadamente 4 anos no Grupo StoneCo. Comecei como vendedor, depois vim para a Collact para trabalhar também na área comercial e hoje faço parte do time de BA&A (Business Analytics & Automation), o time de dados.


C: Você fez faculdade de Engenharia, né? O que te fez ir para a área de vendas? 

G: Essa é uma história boa! Eu era muito novo quando entrei na faculdade e sempre fui muito bom na área de exatas, então, logo que saí do colégio, decidi fazer engenharia. Mas o meu primeiro estágio foi na área comercial e logo depois apareceu a oportunidade na Stone, que parecia ser um grande desafio  — e realmente foi. Daí começou a minha trajetória na área.


C: E por quê você decidiu fazer a transição da Stone para a Collact? 

G: A Stone me ensinou muito, lá eu levei muitos nãos e me tornei uma pessoa mais resiliente. Tem a cultura de sempre oferecer desafios, sempre desenvolver as pessoas e tive a oportunidade de me tornar líder de polo [como a Stone chama seus escritórios regionais]


Chegou um momento em que eu conhecia muito bem o produto da Stone e sentia que queria aprender mais. Em 2 anos e meio na Stone, fiz parte de vários polos (como o de Guaratinguetá, Taubaté, Salvador e o da Vila Olímpia, em São Paulo), tive muitas experiências e foi muito animal! Mas queria o desafio de conhecer algo diferente, via que a curva de aprendizado não estava mais crescendo tanto quanto eu gostaria.


E foi quando conheci o Leo e o Be (sócios-fundadores da Collact), e eles precisavam de alguém para vender a Collact. A oportunidade casou com o meu momento.


Comecei a participar desse projeto com eles, comecei a vender muito e foi muito legal. Como já conhecia bastante a Stone, foi muito fluído. Depois de conhecer mais a fundo, fiquei muito empolgado e encantado com o produto da Collact e estou aqui até hoje, errando, acertando e aprendendo muito.


“Queria o desafio de conhecer algo diferente, via que a curva de aprendizado não estava mais crescendo tanto quanto eu gostaria. E foi quando conheci o Leo e o Be (sócios da Collact). [...] Depois de conhecer mais a fundo, fiquei muito empolgado e encantado com o produto da Collact e estou aqui até hoje, errando, acertando e aprendendo muito.”


C: Recentemente você fez uma mudança grande na sua carreira, você foi para o time de BA&A. De onde veio a ideia de mudar? 

G: Estamos sempre procurando aprender mais, recentemente senti que precisava equilibrar um pouco as experiências da minha carreira. Antes eu tinha vontade de focar em negócios e vendas, mas recentemente eu senti vontade de voltar para as minhas origens, que é a área de exatas. 


Comecei a pegar gosto pela área de dados e senti que seria um profissional mais completo. Um pouco dessa vontade surgiu porque, no ano passado, cuidando do time comercial, além de treinar e desenvolver o time, também tive que me virar com análises de dados e comecei a estudar sobre. Senti que eu poderia me desenvolver nisso, algo que iria me dar tesão e seria um novo desafio.


No meio do ano passado, ainda na área comercial, comecei a fazer cursos online para ver se era isso mesmo que queria. E, em outubro do ano passado, entrei em um curso de Ciência de Dados que abriu minha cabeça, me deu o conhecimento necessário para entender o que acontece nessa área.


Com isso, no final de 2020, falei para o Leo que sou muito feliz na Collact, mas que estava buscando algo novo. Eu queria aprender tecnologia além do negócio, estava estudando, queria seguir esse caminho e acreditava que poderia gerar valor indo para o time de BA&A. O mais legal da Collact é que os nossos líderes acreditam muito no potencial e fazem de tudo para estarmos felizes e nos desenvolvendo. 


Então, com essa conversa, o Leo falou com o Heitor (nosso CTO e sócio, que é o responsável pela área de tecnologia na Collact) e ele falou que existia espaço, contou como funcionava o time, quais eram os desafios e me encantei, fiquei animado. 


Em abril desse ano, fiz a transição. É a minha primeira experiência na área de tecnologia, então sou muito grato a Collact por me dar essa primeira chance. Por mais que eu conheça bastante a regra de negócio, ainda assim é minha primeira chance dentro dessa área e estou aprendendo muito, todos os dias. Estou bem feliz!


"Recentemente, senti que precisava equilibrar um pouco as experiências da minha carreira (...) E o mais legal da Collact é que os líderes acreditam muito no [nosso] potencial e fazem de tudo para estarmos felizes e nos desenvolvendo. (...) Então, sou muito grato a Collact por me dar essa primeira chance."


C: E depois de 4 anos na área de vendas, como foi sua adaptação no time de tecnologia?

G: Não é simples, porque a forma de trabalhar é bem diferente. Na área comercial, você está sempre falando com o cliente, se comunicando, em contato com as pessoas. O planejamento é bem diferente, fazemos sprints quinzenais, então é preciso ser organizado e disciplinado para conseguir entregar.


O que mais mudou foi a rotina, é um pouco mais individual e os problemas são diferentes. No comercial, você resolve alinhando junto, geralmente em uma hora em uma reunião. Já em BA&A, você resolve um problema de lógica, e pode acabar levando muito tempo.


O que eu achei diferente é que temos nossas dailys e a coisa mais comum é passar o dia estudando para começar a escrever de fato a solução. É um mundo totalmente diferente. A adaptação está sendo bem legal, estou gostando muito e tive que aprender a me organizar muito.


C: O que você diria para alguém que quer fazer essa transição? 

G: Estuda, entende o porquê você quer isso, tenha noção que é um caminho crível, entenda a sua motivação interna, converse com pessoas (comigo se quiser) que têm contato com essa área e vê se realmente faz sentido. Uma coisa que me ajudou é pegar um curso curto, para entender como começa o negócio, para ver se faz sentido; e, se encantar, vai fundo!


C: O que você já fez em BA&A que mais te deu orgulho? 

G: Vou falar sobre dois projetos. Tem um que estou tocando junto com o Be (sócio fundador da Collact), que tem um objetivo interessante: dar visibilidade, em um lugar consolidado, do projeto de ponta a ponta, ou seja, entender como o nosso negócio está indo em todas as áreas. Tem o desafio de entender todas as áreas e de integrar todas as ferramentas com nosso banco de dados


E tem um outro projeto em que automatizei um dashboard, o GAV (Gestão à Vista). O GAV é para o time de vendas e como antes eu cuidava desse time, eu sabia exatamente a dor que o time sentia. Eu extraí o relatório de uma ferramenta e alimentei numa planilha de excel para poder ter as métricas. Antes era tudo manual, todos os dias tinha que imputar, agora automatizamos e facilitou muito.


C: E como é o time de BA&A da Collact? 

G: A gente se divide em squad para ajudar cada área da empresa. Hoje o nosso time tem 5 pessoas, então eu e mais uma pessoa atendemos o time de Operações e Hiperlocal, ou eu e mais uma pessoas geramos análises para o negócio (líderes), outra dupla atende o time de marketing, etc. E todas as áreas acabam tendo entregas para o cliente externo.


C: Quais ferramentas vocês usam no time de BA&A? 

G: As principais são o Metabase e Jupyter. O Metabase permite escrever código e reflete no banco de dados (escreve em SQL); o Jupyter é mais técnico, é a interface que usamos para escrever nossas funções de automação. Escrevemos o código em Python, salvamos a função, testamos e colocamos essa função para rodar periodicamente. E para organizar as tarefas do sprint, utilizamos o Asana e trabalhamos com metodologia ágil, como o Scrum.


C: E além do Gui profissional, o que o Gui gosta de fazer no tempo livre? 

G: Exercício físico e música. Antes do expediente eu treino, gosto de correr (toda semana, pelo menos duas ou três vezes). Estou aprendendo a tocar bateria e DJ eletrônico, diria que sou amador (risos).


Adoro punk rock, então gosto de correr ouvindo esse tipo de música.


E de final de semana também gosto de correr, jogar tênis e sair com os amigos para tomar uma cervejinha. 


C: Para finalizar, o que você falaria para alguém que quer trabalhar com você no time de BA&A da Collact? 

G: Se prepara! Aqui você vai ter desafios grandes, vai resolver problemas em código, vai ter que interagir com muitas pessoas, mas a jornada vai ser incrível! Você vai ter oportunidade de conhecer todos os cantos da empresa.


“Aqui você vai ter desafios grandes, vai resolver problemas em código, vai ter que interagir com muitas pessoas, mas a jornada vai ser incrível! Você vai ter oportunidade de conhecer todos os cantos da empresa”


E assim finalizamos a entrevista de hoje! O Gui contou como foi a trajetória dele, desde a Stone até a Collact, e como foi a migração para a área de dados. Incrível, né? 


Se você tem interesse em trabalhar ou fazer uma transição de carreira, a dica está dada. Corre atrás, estuda sobre a área, ferramentas e tecnologia, converse com pessoas que estão inseridas nesse mundo e se joga


Ah, aproveita e dá uma olhadinha nas vagas que temos em aberto. Se quiser fazer parte desse time incrível de BA&A, já tem por onde começar, né? É só clicar aqui e se inscrever para participar do nosso processo seletivo! 


Tem um negócio e quer saber mais sobre a Collact? Fale com nosso time!

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