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6 principais problemas das pequenas empresas e como solucioná-los

Atualmente, para manter as portas abertas, é preciso saber agir de forma estratégica, obtendo o máximo de resultados com cada recurso disponível. Nas pequenas empresas, isso é ainda mais importante, afinal, elas competem com grandes corporações.

Mas, para isso, é necessário conhecer os principais problemas, os quais podem ser vistos como uma ameaça ou como uma oportunidade de melhoria. Ao identificá-los, será necessário desenvolver e implementar soluções. Assim, o negócio será mais longevo.

Pensando nisso, criamos este post especialmente para você. Vamos falar sobre os principais problemas das pequenas empresas e te dar algumas dicas de como solucioná-los. Continue lendo e fique por dentro do assunto:

⒈ Concorrer com grandes corporações

Competir com grandes companhias não é uma tarefa fácil. Elas geralmente possuem dezenas de vezes mais recursos disponíveis, sejam eles humanos ou financeiros. Entretanto, comumente, também são mais burocráticas e vagarosas.

Nesse caso, é preciso apostar na inovação. Como não é possível competir de igual para igual, o mais indicado é que busque satisfazer uma necessidade específica do seu público-alvo, atuando em um nicho de mercado.

Para ficar ainda mais claro: imagine grandes magazines nacionais, como a Renner ou Marisa. Para encará-los e obter uma boa vantagem, o indicado é atuar em uma área específica — como moda plus size, gestante ou sustentável.

Quando isso é feito, é possível entender e atender com mais eficiências as necessidades dos clientes finais. Além disso, fica mais fácil se comunicar com o público-alvo. Essa é a blue ocean strategy (estratégia do oceano azul, em português): explorar mercados pouco explorados.

⒉ Atrair e fidelizar os clientes

Você já deve ter ouvido falar que os clientes estão mais exigentes, certo? Isso porque eles estão mais conscientes e bem informados. Assim, não basta oferecer um preço baixo. Para atraí-los e retê-los, é preciso oferecer uma proposta real de valor.

Nesse quesito, as grandes corporações costumam investir dezenas de milhares de reais com social media e comerciais de TV, por exemplo. Mas em uma pequena empresa, o que pode ser feito?

O mais indicado é que comece pelos clientes que já estão dentro do estabelecimento. Segundo o guru do marketing Philip Kotler, fidelizar um cliente custa entre 5 e 7 vezes mais barato do que conquistar um novo. Então, não perca essa oportunidade!

Para isso, uma ótima dica é oferecer um programa de bonificação. Assim, quanto mais o cliente for na sua empresa, mais pontos acumula (e mais feliz fica). Atualmente, existem sistemas que possibilitam esse tipo de serviço de forma simples e eficiente.

Quando aplicar esse programa, as visitas do cliente até o seu estabelecimento serão cada vez mais frequentes. Além disso, ele estará disposta a gastar um pouco mais e a agir como um promotor, falando bem da sua marca para os seus amigos e para os seus familiares.

⒊ Encontrar e contratar mão de obra qualificada

Segundo pesquisa do ManpowerGroup, o Brasil é considerado um dos 5 piores países para encontrar e contratar mão de obra qualificada. Isso revela uma grave escassez de talentos, a qual prejudica o desempenho das organizações nacionais.

Se para uma grande organização isso é ruim, para uma pequena loja é ainda pior. Quando não há profissionais qualificados para o trabalho, é provável que o número de erros aumente, a produtividade diminua e os clientes fiquem insatisfeitos.

Para solucionar esse problema, é importante investir em um bom processo de recrutamento e de seleção, composto por etapas realmente eficientes. Mas 1º é preciso saber criar uma marca empregadora, capaz de atrair jovens talentos para o empreendimento.

Uma marca empregadora atua como um ímã, atraindo os melhores profissionais. Um dos primeiros passos para construí-la é criar uma página de carreiras, na qual você poderá falar sobre a cultura da empresa, sobre os pacotes de benefícios e sobre outras vantagens.

⒋ Otimizar os processos existentes

Toda empresa, seja ela grande ou pequena, executa as suas atividades diárias por meio dos processos (sequência contínua de atividades). Quando esses processos são falhos ou travosos, a empresa perde tempo e dinheiro na execução das tarefas, mesmo as mais simples.

Imagine agora o processo de fabricação de um cupcake. É preciso:

  • preparar a massa;
  • preparar o creme;
  • alimentar a forma de papel;
  • rechear;
  • assar;
  • e depois resfriar.

Quando isso não é feito com qualidade, provavelmente haverá refugo (desperdício) de materiais.

Para eliminar os gargalos existentes, o mais indicado é que crie um fluxograma (representação gráfica com símbolos geométricos) do processo. Depois, compartilhe esse fluxograma internamente, como o modo correto de fazer as coisas.

⒌ Precificar adequadamente os seus produtos

Para que um estabelecimento se mantenha saudável, ele deve ter uma boa margem de lucro em cada uma das vendas. Quando isso não acontece, fica impossível investir em atividades estratégicas, como reter os clientes ou motivar os funcionários.

Então, é indispensável saber como precificar os produtos, levando em consideração as diversas variáveis existentes. Um bom preço deve considerar 3 fatores:

  • os custos relacionados ao produto (diretos e indiretos);
  • o valor percebido pelo cliente final;
  • o valor praticado pelos concorrentes no mercado.

Uma ótima dica é investir cada vez mais nos custos estratégicos (que podem gerar novos negócios e elevar o lucro) — como sistemas de fidelização — e eliminar ao máximo os custos não-estratégicos (que não geram novas oportunidades) — como aluguel ou materiais de escritório.

⒍ Adaptar-se às mudanças externas

O mercado está em constante transformação, e todos os dias novas tendências e tecnologias surgem para transformar o status quo. Quando uma empresa não se atenta a essas mudanças, torna-se obsoleta e deixa de ser atraente para os consumidores.

Por isso, é preciso estar sempre inovando, identificando e implementando ferramentas que possam otimizar os resultados do empreendimento. Além disso, é preciso criar uma cultura de inovação, estimulando todos os funcionários a pensarem “fora da caixa”.

Veja, existem muitos problemas que podem influenciar negativamente os resultados de um estabelecimento. Por isso, é crucial estar sempre com os olhos abertos, identificando e implementando melhorias que possam tornar o negócio mais sólido e próspero.

Agora que está por dentro do assunto e conhece os principais problemas das pequenas empresas, aproveite para continuar aprendendo. Curta a nossa página no Facebook e acompanhe as nossas novidades!

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