Pessoas, Propósito e um Kimono

Publicado em:
24/11/2021

Hoje, o papo do nosso podcast Inside Collact, foi com a Ana Carolina Lafuente (Lafu), líder do time de Pessoas. Neste episódio, entendemos sobre sua vida antes da Stone e como a Stone e a  Collact moldaram a sua identidade e sua jornada profissional. Também falamos sobre como foi o seu processo seletivo na Stone, em que a Lafu usou um Kimono na sala de entrevista com diversos líderes da empresa (um tanto excêntrico, né?)!

Se você preferir, pode também ouvir essa entrevista no Inside Collact, o nosso podcast que fala um pouquinho e cada um de nós e é publicado nas principais plataformas de streaming.


Confira como foi a entrevista:

Collact: Para quebrar o gelo, me conta, qual a sua maior “esquisitisse”?
Lafu: Desde criança eu tenho a mania de falar sozinha, para me preparar para as  situações pelas quais eu passaria. Hoje em dia, morando sozinha, isso acontece sempre.

C: Quem é a Ana Carolina Lafuente?

L: Sou libriana, tenho 26 anos e sou da Zona Norte do Rio. Tenho uma irmã gêmea e meu nome nunca foi único porque ela também se chama Ana. Por conta disso, na Stone, eu virei  “Lafu”. Morei no Rio quase minha vida inteira. Entrei na faculdade em 2013, cursando Publicidade e Propaganda na ESPM, na mesma sala que a minha irmã. Minhas vivências na faculdade me moldaram bastante para chegar onde eu estou hoje.


C: Você tem cara de que participava de todas as atividades da faculdade. O que você fazia fora da sala de aula?

L: Sempre fui muito nerd e sempre participei de tudo quanto era evento. No finalzinho do 1° período, conheci a empresa júnior, que para mim era perfeita. Na época, entrei na área de marketing e foi super legal, adquiri muitos aprendizados que uso até hoje. A empresa júnior faz você se conectar com questões de empreendedorismo e depois acabei fazendo meu TCC sobre abrir um negócio. 

Com o tempo, tive a oportunidade de trabalhar na área de pessoas, o RH da empresa júnior e foi lá que me descobri, me tornando diretora de recursos. Essa experiência me fez querer seguir o caminho em startups.


C: Quais foram os próximos passos depois que você se formou?

L: Na ESPM, somos estimulados a seguir o marketing de grande empresa, ficamos com esse sonho, mas não sabemos da existência de um mundo gigantesco onde o marketing está presente.  Depois de tentar entrar nessas grandes empresas, acabei me virando para as startups. Na época, conheci uma pessoa que já tinha passado pela mesma coisa que eu, e ele me apresentou a Stone. A empresa tinha 900 pessoas e era muito nova. Me inscrevi para a área de marketing, que era minha formação, mas depois acabei tentando para área de Relacionamento com o Cliente. Não passei dessa vez, mas pedi  um feedback.

O feedback foi positivo, mas nele falavam que não sabiam se eu aguentava pressão e me bateu uma crise de consciência por conta disso. No final, tinha uma observação falando de um outro processo de recrutamento, o Recruta,  que é quase um “trainee”, em que eu poderia provar que eu aguentava a pressão


Na etapa presencial, tive contato com grandes lideranças, inclusive com o presidente atual da Stone. Passei 2 dias no processo, no sábado e no domingo. No sábado, depois da dinâmica, passei por uma entrevista e o Augusto Lins, hoje presidente da empresa, me disse: “Olha, sua história é muito coesa, faz tudo muito sentido na sua vida, cadê o imprevisto?”. E depois disse: “ Volta amanhã e eu quero ver algo diferente de você.”


Fiquei extremamente pensativa e acabei lembrando do Karatê Kid e me espelhei na história dele. Aí, um amigo me emprestou o Kimono dele, para eu levar até a entrevista e usar. 


No domingo, voltei lá com o Kimono para fazer as três etapas de entrevista. A primeira foi com o RH, com a mesma pessoa que tinha feito uma entrevista comigo no passado. Quando eu levantei e coloquei o kimono, a entrevistadora começou a se assustar, ficou branca! Na minha cabeça, pensei que não ia dar certo, mas no final ela me aprovou e fui pra próxima etapa.


Na próxima etapa, fui entrevistada pelo Augusto, que tinha me desafiado no dia anterior. Só que eu tive só um minuto para me apresentar e acabei desistindo de colocar o kimono, e fiz novamente a entrevista com o mesmo discurso de sempre. Fiquei derrotada. Mas aí o Augusto perguntou: “O que tem dentro da sua sacola?”, e contei tudo o que eu tinha preparado. Ele não me deu a chance na hora, mas ele me aprovou na segunda etapa da entrevista.


Na última etapa, recebi uma dica e já entrei na sala com a roupa. Eu encarnei o personagem assim que entrei (risos). Fiz o processo e foi muito difícil, é realmente um processo de autoconhecimento. Na época, tiraram várias fotos e elas chegaram até o fundador da Stone, por quem eu passaria em mais uma etapa do processo seletivo. Mas, na época, estava passando por alguns problemas pessoais e acabei não comparecendo na etapa final do processo e isso me doeu muito.

Mas, no final, deu tudo certo! Acabei entrando depois, já conhecendo muitas pessoas lá dentro. Entrei na área em que me especializo hoje, Employer Branding, o que é muito interessante também.


C: Lafu, me conta, como foi a transição para a Collact?

L: Curiosamente, eu fiquei nessa área de pessoas por dois anos e meio (na Stone), e, depois,  por mais um ano na parte de comunicação interna. No entanto, com a pandemia de 2020, tivemos um desligamento em massa e eu saí. Para mim foi ruim, porque gostava muito da Stone. Foi um choque! Mas no final foi bom, porque me reconectei comigo mesma e com minha família.

Fiz diversos processos seletivos e, curiosamente, o Bernardo, um dos sócio-fundadores da Collact, me chamou pra bater um papo. Fui auxiliando ele de forma despretensiosa e, no final, ele acabou me recrutando para a Collact. Aquilo foi perfeito, porque fui trabalhar na minha área de formação, no grupo Stone Co e em uma startup ao mesmo tempo. 


C: E quando você chegou aqui na Collact, não tinha time de pessoas ainda, né? 

L: Tinha só a Luísa, que no começo mexia com a parte de recrutamento. Assim que entrei, me juntei com ela pra construir essa área, com todos os processos.


C: E como foi construir esse time e ver ele crescendo aqui dentro da empresa? 

L: Foi incrível! Construir algo na minha área de formação, utilizando muitos conceitos que eu já conhecia e aplicando eles para formar toda a jornada do candidato foi algo muito interessante. E ainda por cima ver os resultados. Fazer toda a gestão desses processos, pegar todos os indicadores, ajudar a implementar e ter retorno. Isso foi muito incrível. Além, é claro, de encontrar a cultura da Collact.

“Fazer todos esses processos com a proximidade dos sócios é algo incrível, chega a ser fora do comum. Até algo raro de se ver e eles ainda comprando a ideia, é um negócio muito gratificante”


C: Você como embaixadora do employer branding no Brasil, nos conte o que é o employer branding?

L: Gosto de dizer que o employer branding tem esse “ing” não é à toa, traz o sentido de continuidade. O employer branding é uma gestão contínua da sua reputação enquanto marca empregadora. A reputação é basicamente uma somatória de percepções. Temos vários públicos e isso é importante para entender de forma coesa o funcionamento do funil (candidatos) e gerar uma experiência positiva. 


“Com isso, conseguimos analisar como é gerada uma experiência positiva e memorável para que, no final do dia, as pessoas queiram trabalhar com a gente, e assim façam essa escolha dia após dia. No fim, é uma questão de engajamento! O mais interessante é que está muito ligado com o marketing relacionado a clientes, mas a mudança é o público-alvo. E, no fim, é algo muito mais profundo e significativo, porque envolve a vida de uma pessoa.”


Preciso dar o reconhecimento para Stone e sou muito grata a tudo. Hoje, temos uma equipe na Collact de mais ou menos dez pessoas muito focadas na missão de gerar uma boa experiência. Faço muito bench e vejo que tem outras empresas que estão se construindo nesse sentido, de marca empregadora. Temos várias empresas com culturas diferentes e a pessoa tem a oportunidade de escolher a melhor opção para ela, no que tange à marca empregadora.


C: O que é trabalhar na Collact, os valores?
L: Temos valores super legais da nossa cultura. Temos um foco muito grande no cliente, toda a relação de entender sua dor e ter empatia por ele, temos um ciclo muito virtuoso. Transparência, aprendizado, trabalho em equipe, liberdade e responsabilidade com autonomia, lidar com os desafios de alto impacto e, por fim, um valor de curtir o trabalho. Não precisa existir uma barreira de trabalho e vida, amar o que se faz é importante e faz você feliz.


C: E quais são as oportunidades dentro da Collact?
L: A gente tem o front com o cliente e o back. Queremos conquistar o Brasil e hoje temos muita oportunidade na área de Operações, Vendas Remotas, Vendas Presencial, Customer Success, etc. A área de negócios também está crescendo muito, então os times de Pessoas, Marketing... E temos grandes áreas de oportunidade que são as de Produto e Engenharia. Temos desafios para dar e vender!


C: Qual a sua dica para quem quer participar?
L: O Recruta Stone tem um mantra que é: seja você mesmo. Parece muito clichê, mas é muito importante. Muitas vezes, colocamos a carreira na mão de outra pessoa, mas precisamos ser protagonistas da nossa carreira. Então a dica é  conhecer a si próprio e entender o que você quer gerar pro mundo. Não precisa ser algo grandioso. Na intersecção do que você é bom, o que você gosta de fazer e o que o mundo precisa, está a chave do sucesso. Não precisa de kimono nem nada, seja apenas você mesmo! (risos)



Hoje conhecemos um pouco da história da Lafu, nossa Líder do time de Pessoas! Aqui na Collact, temos como foco reconhecer e fazer parte da sua trajetória de maneira positiva. Assim como a Lafu nos trouxe hoje, nossa empresa existe para impactar a vida das nossas pessoas


Ah, aproveite para dar uma olhadinha nas vagas que temos em aberto. Se quiser fazer parte desse time incrível, já sabe por onde começar, né? É só clicar aqui e se inscrever para participar do nosso processo seletivo!

Marcelo Ávila

Meu nome é Marcelo, mas o pessoal costuma me chamar de Ma! Sou graduando em Engenharia de Materias pela UFSCar e aqui na Collact eu assumo o desafio de ser Recrutador para as áreas de Operações e Negócios! Minha missão é encontrar e trazer as melhores pessoas para os nossos times e assim crescermos e fazermos história juntos.

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