Liderança em Tecnologia

Liderança em Tecnologia: Conheça Heitor, CTO da Collact

Heitor Neves conta porque trocou uma grande empresa por uma Startup e sua trajetória até se tornar CTO.
Publicado em:
9/3/2022

Hoje, vamos conhecer a história do Heitor Neves, ou como é conhecido internamente, Heits. Ele nos contou sobre sua trajetória desde a faculdade até se tornar o CTO e Diretor Executivo da Collact.


Entenda mais sobre seu crescimento e desenvolvimento e os principais motivos que o levaram a sair de uma grande empresa de tecnologia para se aventurar no universo das startups!


Confira abaixo como foi a entrevista com ele.


Collact: Para nossos ouvintes conhecerem um pouco melhor, conte para gente quem é o Heitor!. 

Heitor: Muito prazer! Eu sou o Heitor e, no dia 22 deste mês (fevereiro), fazem 6 anos que estou na Collact. Atualmente, faço o papel de CTO, sendo responsável por toda a parte de engenharia e tecnologia dos times de back e front-end e também de BA&A. 

Eu sou formado em engenharia elétrica na Poli-USP e, durante a faculdade, eu queria muito trabalhar com hardware, queria muito trabalhar com sistema integrado, VHDL, verilog. Isso foi pelo terceiro ou quarto ano da graduação. 


C: O que é o VHDL ou verilog? 

H: São linguagens de descrição de hardware, não são linguagens de software normal, em que as coisas são executadas de cima para baixo. É basicamente uma descrição de hardware que é mapeada para um sistema elétrico integrado.


Eu sempre quis trabalhar com hardware e, caso tenha algum ouvinte da área, sabe o quanto é difícil trabalhar com isso no Brasil. Aqui, é mais comum encontrar empregos na área de eletrônica discreta.


No final da graduação iniciei um projeto no acelerador de partículas, com muito contato com física, de leitura de dados de um dos detectores. Foi muito legal e extremamente tecnológico. Desenvolvemos um chip chamado Sampa, aqui na USP. Hoje em dia eu não sei o status dele. 


No meu último semestre, eu queria ter uma experiência não acadêmica. Mas não tive sorte nessa área de que eu gostava, então eu fui para um estágio na área de software. Meu primeiro estágio foi na Software Express, empresa que faz o SiTef. 


Hoje em dia, após minha experiência no grupo Stone e entendendo melhor a parte de pagamentos, eu consigo entender melhor o que é um SiTef, inclusive. 


Eu nunca trabalhei no core (centro) do SiTef. Eu trabalhava em uma parte muito específica, programando em C em uma biblioteca compartilhada. Fiquei 4 meses nesse estágio e conheci uma das pessoas mais inteligentes da minha vida. O Wagner era um gênio do software e ele me ensinou muita coisa que eu acabei demorando anos para dominar por completo. Eu o considero um grande professor. 


Ao fim do estágio, eu recebi uma proposta da LG Eletronics. Eu consigo listar alguns pontos positivos da LG, o principal é o time. Nele, eu conheci a minha esposa, a Mari, que é mãe do meu filho e vive comigo hoje. Em determinado momento, ocorreu um corte enorme no time de celulares da LG e pouco tempo depois eu também saí. 


Minha saída não foi nenhum pouco fácil. Enviei milhares de currículos para todos os cantos do mundo. Até que, o Chico Caio, ex-CTO da Collact, me encontrou pelo LinkedIn e eu passei pelo processo seletivo.


Em fevereiro de 2016, o Bernardo (Brugnara, sócio-fundador da Collact) me ligou fazendo uma proposta, me oferecendo menos do que eu recebia na época. Mas não tinha nada que ele pudesse me dizer que me faria ter menos vontade de entrar nesse time. Eu estava muito empolgado.


C: E quando você entrou, lá atrás, a Collact ainda era uma empresa pequena, né? 

H: Exatamente, quando eu entrei na empresa éramos oito ou nove pessoas. Foi uma experiência muito diferente de tudo que eu tinha vivenciado. Na faculdade, era uma experiência; na Software Express, já existia uma estrutura de duzentas ou trezentas pessoas e, na LG, não preciso nem falar, é uma empresa global com milhares de trabalhadores. 


Quando eu entrei na Collact, entrei como pessoa jurídica (PJ), que já foi diferente das outras experiências, em que tinha sido estagiário e CLT. Tudo era muito diferente e empolgante. Eu sentava na mesa com outras oitos pessoas que tinham muito mais experiências do que eu. 


Acredito que eu me vendi muito bem. Comecei a programar em Java e estava com tanta vontade de vir para a Collact que eu disse que ia aprender tudo o que eu pudesse para garantir minha vaga. Eu queria aprender tudo e absorver ao máximo a experiência. Eu era um dos três desenvolvedores da empresa, ou seja, o meu impacto era muito grande. 


“Mas existem outras coisas que são muito importantes também, uma das principais é o aprendizado. Chegar em uma equipe dessas é maravilhoso, principalmente se você não sabe sobre o assunto. A equipe aprende junto e as pessoas que têm mais experiência vão te ensinar.”


Já os obstáculos do mercado da Collact, por exemplo, como resolver o problema de cadastro, ou a taxa de conversão, é o tipo de experiência que não existe em uma grande empresa, onde tudo já é preestabelecido. Na Collact, a gente não era especialista sobre os assuntos, mas resolvia todos os problemas, que é o importante. 


Ao longo dessa trajetória a gente fazia, inclusive, atividades de limpeza. Nessa época, o espaço era tão apertado que a gente ficava colado um no outro, todos na mesma mesa com uma lousa pequena na sala. Eu aprendi muita coisa nessa época, foi uma ótima experiência.   


C: Vamos falar um pouco sobre a sua trajetória na Collact, como foi o caminho até você virar um líder na área de tecnologia?

H: Nesse espaço que eu descrevi, passamos o ano de 2016 inteiro. Em 2017, fomos para um espaço que ficava dentro do escritório de uma empresa do grupo Ticket. A gente tinha um projeto com eles e, nessa época, eu ainda tinha um pouco de contato com a área de negócios. 


Passou um certo tempo, o projeto não foi para frente e a gente se mudou de lá para a “casinha”, que era literalmente uma casa. Ficamos por lá seis meses e, depois disso, fizemos home office durante 2018 inteiro e logo depois já fomos para a Stone. 


As mudanças foram um período conturbado e nenhuma delas aconteceu pelo simples fato de a gente querer mudar de ambiente. Era sempre por algum motivo terceiro, como uma parceria ou a necessidade de abaixar o preço do aluguel. Era tudo muito legal, mas sempre com muita dificuldade presente. 


Ao longo dos altos e baixos da Collact, um dos baixos que a gente teve foi o do Chico. Foi um dos grandes momentos de virada na minha vida profissional. No meio de 2017, ele disse que ia sair, que queria voltar a estudar e fazer um mestrado. Na minha mente, começou um misto de emoções. Eu sabia que eu ia assumir a vaga dele, mesmo que ninguém tivesse falado em voz alta. Alguém precisava ver o backend e outra pessoa precisava ver o front, éramos apenas duas pessoas. Eu lembro do momento em que me contaram e eu só conseguia pensar “Meu deus, agora as decisões são minhas”. Tinham muitas coisas que eu tinha vontade de fazer e outras milhares que eu não tinha a menor ideia de como fazer. 


“Uma liderança é um apoio muito importante, mas é muito perigoso ela virar uma dependência. Naquele momento, foi como se tivessem tirado uma parede em que eu estava apoiado. “


Independente disso, eu topei o desafio e me joguei de cabeça com muita empolgação. A gente refez boa parte dos padrões de API, utilizamos 90% de trabalhos prontos. É óbvio que eu trabalhei de maneira descomunal, porque esse é o meu jeito, consigo trabalhar muito sem ficar exausto. Foi uma oportunidade muito boa, aprendi muitas coisas. 

Em 2018, logo após a minha promoção, trabalhamos em home office, o que na época era uma experiência diferente. No meio desse ano, seis meses antes de a Stone fazer o primeiro investimento, fui convidado para ser sócio, o que eu já esperava, já que uma empresa de tecnologia deve ter alguém da área de tecnologia como sócio. 


Foi muito bom, pela parte financeira, mas o que mais me interessava era ser reconhecido como líder e ter a liberdade de poder contratar. O que me deixava animado era saber que eles confiavam em mim para poder decidir quem contratar e liderar, que eram duas coisas que eu não sabia como fazer naquela altura. Foi um momento em que eu senti uma grande validação. 


C: Para você, qual foi o maior desafio desse novo cargo? Como foi a transição? 

H: Em 2018, antes de fazer parte do grupo Stone, era praticamente a mesma coisa. Eu continuava colocando minha mão na massa e fazendo as mesmas atividades da semana antes da minha promoção. A parte de sistema eu continuei fazendo da mesma forma que eu fazia antes, até porque naquele momento a gente não tinha dinheiro para contratar ninguém. 


Quando chegou o fim do ano e os acordos com a Stone começaram a acontecer, eu senti mais a promoção para sócio. Eu participei de todas as reuniões do acordo e da negociação. Eu dei meus palpites onde eu entendia, mas eu tinha muito pouco conhecimento sobre o assunto. 


Quando o acordo foi firmado e a gente se mudou para o escritório da Stone, decidimos que era a hora de contratar uma equipe. Menos de 2 meses depois, a gente já tinha uma pessoa contratada. Quando eu tive que começar a fazer entrevista, fiquei muito empolgado, mas percebi que dava muito trabalho. 


Nesse momento, percebi que a validação também ocorria de maneira muito frequente, as pessoas viam o que eu fazia e reconheciam o meu trabalho. A parte de realizar o onboarding (treinamento inicial) era muito gratificante também. A gente tinha feito muita coisa e eu não sabia como contar isso para as pessoas. Meus desenhos eram caóticos, eu fazia eles como eu  sentia que as coisas eram. 

Muitos desafios relacionados a como gerenciar times começaram a aparecer. Além disso, as ferramentas que cada time usa e como elas se integram. É tudo muito difícil. Mas é tudo muito legal. 


“É assim que eu me sinto hoje, como um gestor de equipes. Apesar de eu gostar muito da parte de arquitetar as questões tecnológicas e ainda atuar na área, hoje eu lido muito mais com a gestão dos times. Há pouco tempo, alguém me disse que o produto dos sócios são as pessoas do time, não o produto da Collact. Eu concordo muito com isso.”


C: Quando você começou, a equipe era composta por duas pessoas. Hoje, quantas pessoas compõem o time de tecnologia? 

H: No time de tecnologia e engenharia são de 15 a 20 pessoas. Isso sem contar a equipe de produtos, que são 6 ou 7. Nossa área não foi como a comercial, que contratou 100 pessoas. Independente de onde estão alocadas as pessoas hoje em dia, ver a Collact com mais de 100 colaboradores é incrível para quem acompanhou de perto toda a história. 


Nossa história não foi de crescimento linear, tivemos um salto de oito para treze pessoas em determinado momento e depois regredimos a oito de novo. Fomos e voltamos várias vezes até o crescimento exponencial que tivemos após a chegada da Stone.  


C: Agora que a Collact é uma parte integral da Stone.Co, quais foram as grandes diferenças dessas posições.?

H: Acho que antes de falar do lado corporativo, tenho que falar do lado pessoal. Imagino que só a Stone tenha mais de 10 mil funcionários. Contando com o grupo Stone.Co, esse número deve dobrar. Nós estamos imersos em um time de mais de duzentos sócios. É uma escala muito grande e para mim é difícil pensar qual a minha responsabilidade nesse mar de coisas. O que eu penso em focar é no que eu sou bom, fazer o que eu sei, o que eu já fazia antes. 


Para todos, desde que ocorreu a mudança de ser 100% Stone, está sendo muito diferente. Nós focamos em como ser a melhor versão da Collact dentro desse grupo.. A nível de negócios, deveríamos estar presentes em todos os lugares, fazer algo realmente grande. Mas é muito difícil. 


Antes do acordo, isso era algo que ficava deixado de lado. Atualmente, pensamos cada vez mais nisso. Eu, particularmente, penso cada vez mais nisso: como a gente pode extrair funcionalidades da Collact que são estáveis, grandes e únicas no ecossistema, que fariam sentido entregar como API para todo o grupo. Quem quiser se entregar, se entrega. 


C: A Collact é uma empresa que tem uma cultura muito forte, até mesmo dentro dos times ela muito forte. Mas a Stone também é uma empresa culturalmente forte. Como você vê essa união de duas empresas com culturas muito fortes e como elas se comunicam? 

H: Acho que se fossem duas culturas muito fortes opostas, isso seria um problema. Mas como são duas culturas muito fortes no mesmo sentido, não vejo como um problema. Existe uma sinergia muito grande. 


As duas culturas são de ownership, e a Stone influenciou muito a gente nisso. A gente já corria atrás de resolver nossos problemas. Na essência, isso funciona bem, de forma sinérgica entre as duas empresas. 


C: Você falou um pouco sobre a integração de tecnologia com a Stone.Co, mas quais são os próximos passos de tecnologia para a Collact? 

H: Basicamente, é a integração das empresas do grupo Stone.Co. O que a gente acredita que pode nos ajudar a ganhar escala é a adição de novos meios de captura. Mas o que é um meio de captura? Hoje o POS (Point of Sale - maquininha de cartão) é um meio de captura, onde a gente coleta dados e informação de consumidor para construir a Collact. 


C: Então esse é o ponto de venda? Onde passa o cartão na maquininha? 

H: O ponto de venda é um outro meio de captura, que é um PDV, temos o e-commerce e outras ferramentas de RP. A gente tem muito interesse em estar presente nesses pontos de captura, para conseguir expandir nossas funcionalidades de fidelização de CMR, pontos de fidelidade, pesquisa de satisfação, gerar créditos, ofertas, grupos de clientes, analytics & insights


Tudo isso depende de o produto escalar junto com a quantidade de informação que a gente coleta na ponta. A gente pode ganhar essa escala vendendo mais ou distribuindo para novos mercados. É um desafio grande, em que não podemos usar a mesma estratégia que usamos até hoje, que é ter os desenvolvedores fazendo aplicativos da Collact em todos os terminais. Isso dá muito trabalho e a gente não consegue ganhar escala dessa forma. Falamos de plataforma, justamente, para termos melhores formas de integrar com tal plataforma. O cliente que contrata o serviço deixa de ser apenas a loja e passa a ser um integrador. 


Nessa ideia, a Collact estaria em contato com todas as etapas, com o cliente da plataforma, com os integradores e com os consumidores diretos. Para isso acontecer, já demos o pontapé inicial que é com API pública e STK. Outra parte que estamos desenvolvendo, mas não sabemos exatamente como ainda, é estar presente dentro do app Stone. Por último, é estar presente em redes maiores, o que requer mudanças do nosso modelo atual, que atende principalmente o dono de poucas lojas. Não sabemos como ainda, mas com certeza estará dentro das nossas pautas deste ano. 


C: Como foi para você a mudança de sair do escritório e ficar em home office permanente? 

H: Eu sou suspeito de falar, eu já tinha trabalhado de forma remota em 2018 e eu me adaptei muito bem. Apesar disso, naquela época, nós nos encontrávamos uma vez por semana. 


Quando, em 2020, fomos obrigados a voltar para o modelo remoto, nós percebemos que a gente ganhava duas horas diárias excluindo a rotina de locomoção até o escritório, sem contar no fator financeiro de não ter que gastar com combustível ou transporte público. Além disso, o nosso escritório era muito barulhento, era muito difícil de se concentrar, o que tornava o trabalho estressante. 


Resumindo, os pontos principais são: tempo, trabalho e dinheiro. O trabalho remoto força as pessoas a se comunicarem de maneira escrita muito mais. O que te impulsiona a pensar mais antes de escrever e documentar todas conversas. Comecei a exigir muito mais das ferramentas que auxiliam na comunicação e na organização das tarefas quando percebi que esse modelo estava funcionando..


Por último, eu sempre tive vontade de me mudar da cidade de São Paulo. Hoje em dia eu moro em Jundiaí e, para mim, melhorou muito minha qualidade de vida. Hoje, moro em uma casa e tenho mais contato com minha mulher, que está grávida. Para mim, é muito melhor o trabalho remoto. 


C: Quando você para de trabalhar, o que você gosta de fazer?  

H: Eu sou bem “nerdzão”, eu nem saio de casa. Eu normalmente tenho alguma coisa para ler, tentar testar algo diferente. Tentei montar um controlador de voo para o meu drone. Eu gosto muito de carro, procuro muito sobre o assunto. Gosto de dar uma volta de carro. Gosto de ir à academia. 


Minha companhia há dois anos, durante a noite, é um bom e velho Counter Strike Go (jogo online). O tempo que eu empenho nisso não é brincadeira. É uma boa válvula de escape para “reencontrar” os amigos e colegas de trabalho. Uma boa alternativa para a saudade de não ver as pessoas no escritório todos os dias.

 

C: E quais são as necessidades do time de tecnologia da Collact hoje em dia? Quem a gente está procurando? 

H: Hoje, a gente tem algumas vagas abertas!

  • Precisamos de um Desenvolvedor Back-End para compor nosso time! Basicamente a gente dividiu o time em duas squads. Essas squads têm algumas responsabilidades e, hoje, uma delas tem apenas um backend. Isso acaba gerando trabalho extra, porque o volume é muito grande, uma pessoa só não dá conta e alguém precisa revisar o trabalho depois. Temos vaga para sênior e júnior, focando mais em sênior. 
  • Para o time de Front-End, também temos vagas sênior e júnior. Temos vaga de front web, para continuar desenvolvendo nosso produto, falar do produto no Web Stone e pensar nessa parte toda que envolve arquitetura. 
  • Temos vaga de Dev Android, por questão direta das STKs, API pública da parte que a gente vai construir de STK dentro do Android, mas também temos bastante código para manter e para evoluir, tanto em POS, quanto em outros lugares.
  • Temos vaga de Quality Assurance Senior (QA), que é novidade na Collact,. Precisamos de uma pessoa para ajudar com as entregas do sprint (ciclo curto de entrega em metodologia ágil), documentar caso de teste e escrever teste automático. 
  • Temos vaga para Business Analytics Automation, que é uma área de engenharia que olha para dentro, para atender um cliente interno.  


“Primeiro, um recado final para a turma da Collact: vocês estão no lugar certo. Espero que vocês estejam tão empolgados quanto eu estava quando entrei. É muito raro entrar em um lugar que tenha uma transparência quanto a Collact. Espero que vocês tenham um bom dia a dia na Collact. 


O outro recado é para o pessoal de fora: venham ver como é!


Aqui se encerra a entrevista de hoje. Trouxemos uma conversa muito interessante sobre a jornada do Heits e as mudanças que ele acompanhou aqui na Collact!


Ah, aproveite para dar uma olhadinha nas vagas que temos em aberto. Se quiser fazer parte desse time de tecnologia incrível, já sabe por onde começar, né?! É só clicar aqui e se inscrever para participar do nosso processo seletivo! 


Marcelo Ávila

Meu nome é Marcelo, mas o pessoal costuma me chamar de Ma! Sou graduando em Engenharia de Materias pela UFSCar e aqui na Collact eu assumo o desafio de ser Recrutador para as áreas de Operações e Negócios! Minha missão é encontrar e trazer as melhores pessoas para os nossos times e assim crescermos e fazermos história juntos.

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