Case Shisá - Como Ter um Buffet de Sucesso numa Região Comercial

A idade impressiona: com 23 e 25 anos, respectivamente, Jun e Gabriela Takara gerenciam a complexa operação do restaurante Shisá. Os irmãos oferecem o tradicional feijão com arroz, mas ao mesmo tempo pratos orientais. Aqui, os dois compartilharam alguns dos para fidelizar seus clientes.

Jun e Gabriela, donos do Shisá

Aprendizado e melhorias constantes

Jun: Quando abrimos as portas, eramos bem novos e foi nosso primeiro contato com o mercado de alimentação. A princípio, seria um buffet por quilo bem tradicional, com o diferencial da comida japonesa. Só que com o passar do tempo, o que era o diferencial passou a ser o carro-chefe do restaurante. Vendo isso, começamos a mudar as coisas, focando mais na parte oriental que faltava na região. Foi um começo bem difícil, principalmente, pela nossa falta de experiência. Mas é isso que eu amo fazer.

Gabriela: Vamos aprendendo no dia a dia. Nossos pais acompanham de longe, com uma mentoria, mas estamos conseguindo ter sucesso. Em relação à culinária, sempre ouvimos os clientes, porque eles dão sugestões, perguntam, falam o que gostariam de ver. Escutamos muito eles pra ver o que podemos colocar.

Jun: Usamos tanto o feedback de todos os nossos clientes, quanto visitas em outros restaurantes para buscar inspiração de serviço e de comida. Tentamos trazer referências, um pouco de cada lugar e oferecer um serviço e uma comida profissional para conquistar o público daqui.


Buffet no Shisá

Os desafios de uma região tradicionalmente comercial

Jun: Um grande problema nosso é que queríamos funcionar os 30 dias no almoço e no jantar, só que essa rua tem mais movimento à tarde. 

Gabi: Não conseguimos trabalhar a noite porque a região não tem muita atividade, é muito comercial. Até queríamos, mas no final de semana e a noite não tem saída. Outra dificuldade é que essa região é muito cara. Então, o custo para trabalhar aqui é alto e o dos nossos ingredientes também.

Jun: Nosso grande desafio é conciliar os custos, os funcionários e os produtos, com o ticket médio da região. O salmão chega fresco todo dia, e tem algumas outras carnes, como carne de porco, que preferimos pagar um pouco mais caro para ter qualidade. Muitas vezes, os clientes não entendem que o preço é esse por conta do nosso produto.

Gabi: O que oferecemos não é uma comida convencional, e sim uma comida um pouco mais refinada. Isso gera um custo maior. Mas para o almoço, as pessoas não estão dispostas a gastar mais, mesmo que para uma comida de maior qualidade. Todo mundo quer pagar o mínimo possível pela melhor comida possível.


Fidelizando os clientes com Collact

Gabi: Antes, tínhamos um cartão de fidelidade, mas aquele bem simples e padrão: depois de 10 refeições, a décima primeira é por conta da casa.

Jun: Procuramos várias soluções de fidelidade, mas escolhemos Collact porque no nosso caso, é muito difícil oferecer uma refeição. Antes tinham clientes que vinham dez vezes, só comiam o buffet brasileiro, e quando completavam o cartão só comiam a comida japonesa — e os valores dos dois produtos são diferentes. Mas não tinha o que fazer e nossa estratégia era quebrada por essas coisas.

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Jun: Pelo fato das pessoas verem os créditos, que elas ganham dinheiro mesmo, elas se inspiram um pouco mais. É algo que eles conseguem tangibilizar.

Gabi: Elas pensam, já tenho R$ 2, se eu vier todo dia e conseguir R$ 2, no final vou conseguir um bom desconto, elas pensam lá na frente!

 

Jun: Além disso, com a Collact temos dados dos clientes e a coisa mais difícil de conseguir são as informações deles. Se não tivéssemos Collact e quiséssemos coletar esses dados, teria que ser com uma sobremesa ou desconto, o que ia ter um custo maior. Além disso, seria um processo manual e teríamos que digitalizar tudo, seria um trabalho muito maior.

Mais de 5000 clientes participando do programa

Jéssica, que comanda o caixa do Shisá.
Jéssica, que comanda o caixa do Shisá

Com um ano de uso da Collact, o Shisá já tem mais de 5 mil clientes participando do seu programa de fidelidade. No caixa, Jéssica, atendente do restaurante, e Gabriela não perdem a oportunidade de convidá-los.

Jéssica: Pergunto se o cliente tem o cadastro, e se não tiver, explico que damos 5% de créditos para usar em futuras compras aqui. Então falo que é só colocar o CPF e o telefone no final da transação e a partir daí, já têm um desconto. Peço pra baixar o aplicativo na hora e ajudo no cadastro. O pessoal gosta, fala que é muito rápido, ficam impressionados! 

Os clientes ficam interessados, principalmente, na tecnologia da Collact, gostam bastante. Tem gente que não quer dar os dados porque acha que vai ficar recebendo mensagem direto, mas aí explicamos que só vai receber mensagens sobre os créditos. Tem gente que está com pressa, mas tem uns que acabam fazendo depois de várias visitas. De tanto a gente perguntar em todo pagamento, eles acabam cadastrando.

Jun: Como o programa está dentro da maquininha,  precisamos divulgar, senão passa como uma transação comum. É importante porque tem um valor grande na base de dados. Quanto menos cadastrar, menos benefício você vai ter. Pouca gente pensa que é um programa de fidelidade que vai trazer benefício para a própria loja. Às vezes a pessoa não está promovendo o próprio programa de fidelidade, então por que ela colocou? Com a coleta de dados e o programa da Collact podemos fazer promoções ou ofertas muito mais facilmente.

Gabi: Várias pessoas só pensam no desconto. Não pensam nos dados e o que pode fazer com eles.


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