Gabriela Brasil: Como foi criar o time de inteligência de dados

Publicado em:
19/5/2021

Nesta edição, conversamos com Gabriela Brasil, a líder técnica do time de Business Analytics & Automation da Collact — ou BA&A, para os íntimos.


Ela contou um pouco de sua trajetória, como foi sair de sua área de formação para a área de dados, fundando uma das equipes mais essenciais para o funcionamento da plataforma da Collact e também de como é seu trabalho.


Se você preferir, pode também ouvir essa entrevista no Inside Collact, o podcast que fala um pouquinho de cada um de nós e é publicado nas principais plataformas de streaming.



Collact: Você se formou na EACH-USP, né? Como é que foi isso?


Gabriela: Na verdade, inicialmente (como toda adolescente de 17 anos) eu não sabia direito o que fazer: pensei em publicidade, tentei e não rolou. No final das contas foi bom, porque eu acabei entendendo que a parte que eu gostava mesmo era o marketing; fui então fazer Marketing na EACH-USP. Eu brinco que marketing lá é como se fosse engenharia de marketing, é um curso que parece de humanas mas que é quase de exatas: tem cálculo, estatística, análise multivariada, um monte de análise de dados… Na época não me imaginava trabalhando com dados, mas acabou que foi o início do meu contato com esse tipo de informação.


C.: E quando você saiu da faculdade você foi mais para Marketing ou já foi para engenharia de dados?


G.: Enquanto eu estava na EACH eu trabalhei dois anos no Bradesco, mas foi aquela coisa: primeiro emprego enquanto estava estudando e foi bom, porque foi uma experiência total de atendimento ao público, nada a ver nem com marketing e nem com dados. Em seguida, comecei a estagiar na Goodyear, onde fiquei até depois de formada, e daí sim tive minha primeira experiência com dados. Eu trabalhava em uma área chamada engenharia de vendas, que dava suporte tanto para a diretoria de vendas quanto para o pessoal de campo, então fiz muito relatório e comecei a me apaixonar pelo Excel  (que eu amo até hoje, apesar de não usar mais tanto) e foi ali que nasceu a sementinha.


C.: Entendi. O que você fazia lá com o Excel?


G.: De tudo que você podia imaginar: apesar da Goodyear ser uma empresa muito grande, ela não tinha uma cultura de olhar o banco de dados, fazer relatórios elaborados, então era bem manual, digamos assim. Tudo, desde compilar vendas até segmentar por polo ou por vendedor, análise logística para supply chain... Foi até um "estágio" para a Collact, porque teve muito disso, de fazer de tudo um pouco.


C.: E da Goodyear você foi direto para a Collact?


G.: Eu fiquei quase quatro anos lá e comecei a me perguntar se eu queria trabalhar com pneu para sempre. Não é muito a minha cara esse produto. E eu tinha uma amiga da faculdade que trabalhava na Collact e falar com ela sobre a empresa era muito louco, o olho dela brilhava de maneira assustadora  — e era aquela fase na vida que todos os seus amigos estão desanimados com o mundo corporativo e ela era a única animada. Ela me chamou para fazer o processo seletivo e eu vim para vender. É uma coisa que eu não gostava de fazer (hoje eu gosto, no modelo da Collact) mas não me imaginava vendendo. Só que confiei tanto na empolgação dela com a empresa que aceitei e começou minha saga na Collact.


C.: Então você entrou pelas vendas? Como é que essa saga corre até a liderança técnica?


G.: Meu maior medo em vendas era ser aquele vendedor chato, que fica tentando empurrar coisa para os clientes, mas nosso caso era uma venda muito consultiva, tinha uma demonstração bem detalhada do produto e sempre tentando entender onde a gente poderia ajudar o cliente. Fiquei quase um ano em vendas — e na época a Collact tinha oito pessoas: quatro sócios e quatro funcionários — mas eu sempre gostei muito de fazer projetos, coisa com começo, meio e fim, diferente de venda.


Surgiu então a oportunidade de tocar um projeto de parcerias. Naquela época, tinha um problema muito grande de distribuir nossos produtos pelo país, até por ser inicialmente um tablet. Então precisávamos de gente ajudando nos quatro cantos do país vendendo e eu comecei a tocar esse projeto.


Mas havia uma pedra no meio do caminho: startup sem dinheiro. Era uma época bem complicada de grana e não estávamos conseguindo escalar o produto. Fiquei um tempo no projeto, voltei para vendas para tentar dar um gás e não rolou.Todo time comercial foi desligado no final de 2017, inclusive eu (todo time, no caso, três pessoas).


Foi um momento difícil, mas eu entendi a necessidade do momento. Fiquei 7 meses fora da Collact e o Bernardo, um dos sócios, me ligou, perguntando o que eu estava fazendo e se eu tinha interesse de voltar para Collact para um freela de 3 meses. Acabaram virando seis meses e de freela virei CLT. Agora cá estamos, como líder técnica!


C.: Mais uma história de amor que começa com “Oi sumida”


G.: Exato! Foi bem isso: aquele término que você ainda é apaixonada pelo ex, ele te liga e você não tem como falar não.


C.: Você ficou parada nesses seis meses?


G.: Não, eu trabalhei por um período bem curto no iFood, em Customer Success. Acabou sendo bom, porque o freela que fui chamada na Collact era em vendas. Em seguida, quando começou a parceria com a Stone, eu virei um pau para toda obra: onde tinha um buraco, eu me enfiava: trabalhei em Customer Success, fiz suporte, me meti um pouco até no financeiro. Onde tinha coisa para fazer, eu tava fazendo; foi assim que acabou surgindo a área de BA&A.


Eu estava conversando com o Bernardo, brincando sobre eu fazer de tudo e eu falei: “agora só falta eu programar, né” e ele respondeu: “você quer?e respondi na hora que queria. Marcamos de conversar com o Heitor, sócio de tecnologia, e uma semana depois estava eu em uma salinha com Heitor, descobrindo o que era um banco de dados. Eu não fazia a mínima ideia do que era SQL, o que era Python, o que era nada disso e ele me explicou tudo.

Um ou dois meses depois, já colocamos a segunda versão do Painel de Controle para os comerciantes no ar, com muito mais inteligência de dados. É muito louco pensar que até 2019 não tinha uma área da Collact dedicada 100% a isso. Quando alguém precisava de um dado, ou se virava no SQL ou pedia para alguém do backend — hoje isso é inimaginável.

Não tem cabimento alguém ficar preenchendo uma planilha manualmente sendo que essa pessoa poderia estar usando esse tempo para tomar uma decisão ou pensar em algo muito mais relevante. A automação é justamente para isso, liberar todos na empresa dessas tarefas manuais e repetitivas


C.: Quando você entrou na Collact, tinham 8 pessoas. Você viu o crescimento da empresa, né?


G.: Eu vi. É uma coisa muito louca, porque pensa: em uma empresa de oito pessoas, cada um é responsável por mais de 10% dela e do resultado. Hoje só o time de BA&A tem cinco pessoas e isso é surreal, porque não faz tanto tempo. É como se eu tivesse meia Collact só no meu time hoje.

C.: Agora, uma pergunta de leigo: o que é BA&A?


G.: Significa Business Analytics & Automation. Normalmente esse departamento se chama B.I. (Business Intelligence), mas o que a gente faz não é só B.I. Como o próprio nome diz, fazemos analytics e automações: somos responsáveis por fornecer dados de todos os tipos para clientes internos e externos. Se o dono da padaria quiser saber se Collact está dando resultado, o BA&A faz um dashboard para ele; se o Bernardo quer reportar para a Stone quantas vendas fizemos no mês passado, é só falar com a gente que faremos esse tipo de report.


Já a parte de automação serve como se fosse um conector da área de tecnologia com as outras áreas. Sendo uma empresa de tecnologia, nada mais justo do que levarmos a tecnologia também para todos os departamentos. Na nossa mentalidade, não tem cabimento alguém ficar preenchendo uma planilha manualmente sendo que essa pessoa poderia estar usando esse tempo para tomar uma decisão ou pensar em algo muito mais relevante. A automação é justamente para isso, liberar todos na empresa dessas tarefas manuais e repetitivas, automatizando tudo com ajuda da tecnologia.

Você pode fazer a programação perfeita, mas se não entender o tipo de dado que quer ter, o tipo de informação que precisa e qual é a regra do negócio envolvida naquilo, não adianta nada.


C.: O que você usa para fazer tudo isso?


G.: Várias ferramentas. Já mudamos muito, hoje usamos Jupiter Notebook e ferramentas de exibição de dados como o data visualization do Metabase, mas a essência do que a gente faz é em SQL e Python, basicamente.


C.: Recentemente você fez um pulo para líder técnica da área. Como foi isso?


G.: Na verdade, a questão da liderança técnica é para ser um ponto focal do time. Eu estou aqui há muito tempo, passei por todas as áreas e em BA&A é mais importante você entender do negócio do que de fato saber escrever uma linha de SQL. Você pode fazer a programação perfeita, mas se não entender o tipo de dado que quer ter, o tipo de informação que precisa e qual é a regra do negócio envolvida naquilo, não adianta nada. Liderança técnica serve basicamente para isso.


Quando BA&A nasceu, por muito tempo fui só eu. Hoje estamos em cinco, então é necessário que tenha uma pessoa que detenha um pouco mais desse conhecimento histórico. Mas é bem tranquilo, o time está super alinhado, mesmo com o pessoal tendo começado há pouco tempo.


C.: Como foi para você assumir um cargo de liderança?


G.: Essa pergunta é difícil, porque como eu trabalhava sozinha, eu era líder de mim mesma! A liderança técnica é uma coisa que veio meio natural. Como eu estou aqui há mais tempo, o pessoal já me perguntava as coisas, então não foi um marco na minha vida. É legal esse reconhecimento, mas no dia a dia a vida segue normal; não tem muito isso, de hierarquia, na Collact.


C.: Você disse que BA&A presta serviços para a empresa inteira com dados e automação. Quais são os efeitos disso nas outras áreas?


G.: São vários: o que está mais evidente hoje é que as pessoas estão sedentas por dados —  e isso é muito louco, porque fomos de uma empresa que há dois anos não tinha nada, para uma que faz 200 queries (consultas no banco de dados) por semana. É uma coisa muito grande e eu gosto muito desse efeito, de ter plantado isso na cabecinha de todo mundo. Quando alguém vai fazer alguma coisa, tomar uma decisão, pensar em um produto novo ou em uma feature nova, a primeira coisa que pensa é “vou dar uma olhada nos dados”, então acho que esse é o impacto mais legal que eu vejo em todas as áreas.


Já as automações fazem com que as pessoas comecem a entender melhor como que a tecnologia está aí para ajudar. Antes a pessoa se conformava um pouco em preencher planilha, mas hoje qualquer coisinha que tem cheiro de ser repetitiva já faz com que pensem “será que não dá para automatizar isso aqui?” — e isso é ótimo, porque essa é a ideia.

A ideia hoje — e nosso principal desafio — é entregar menos dados e mais Insights. Não queremos só ficar soterrando todo mundo com informação, mas sim oferecer informações úteis e relevantes


C.: Mergulhando um pouquinho no tema técnico que você falou que faz 200 queries por semana. O que é uma query?


G.: Uma consulta. É basicamente um jeito que eu tenho de consultar uma informação que eu preciso lá do banco de dados. Então vamos supor você quer saber quantos dos nossos clientes estão vendendo com Collact no mês: isso é uma consulta. Eu posso fazer uma consulta tão simples quanto essa ou posso fazer uma consulta tão complexa quanto número de clientes do ramo de confeitaria em Alagoas que tiveram mais do que 5.000 vendas no último mês. Qualquer coisa que você quiser saber, contanto que tenha nos nossos serviços (não só no banco da Collact, mas em outros: pode ser no Analytics do nosso site, dados de navegação ou qualquer outro tipo de informação), será uma consulta que faremos.


C.: Ao invés do pessoal ter que fazer uma pesquisa, montar planilha, filtrar mil e uma coisas, basta simplesmente fazer uma pergunta para você e você entrega?


G.: Exato! Deus me livre ficar entregando planilha para você filtrar e fazer tabelas dinâmicas. Quanto mais mastigado a gente entregar esse dado, melhor. A ideia hoje — e nosso principal desafio — é entregar menos dados e mais Insights. Não queremos só ficar soterrando todo mundo com informação, mas sim oferecer informações úteis e relevantes.


C.: De todos os projetos que você já fez em BA&A, qual é o seu maior orgulho, que você acha que traz mais valor? Podem ser duas perguntas diferentes.


G.: É, eu acho que eu vou responder separado. Vamos começar pelo maior orgulho: no final de 2019, eu recebi um daqueles e-mail de retrospectiva de banco, que contava meu ano com dados. Eu achei muito legal e percebi que a Collact teria ainda mais coisa para entregar para o dono do estabelecimento do que um banco e isso ficou na minha cabeça.


Eu levei para o marketing essa ideia e o pessoal super topou. Fizeram um layout lindíssimo de e-mail e em paralelo eu fiz a parte técnica, levantando quais seriam as informações legais para apresentar para os nossos clientes. Em 15 dias conseguimos fazer tanto um e-mail de retrospectiva para os donos de estabelecimentos, quanto para os usuários.  Falando sobre tudo que ele já fez naquele ano, como Collact o ajudou a economizar ou faturar mais... Foi muito legal, foi a primeira tarefa que eu fiz em conjunto com outra área e por isso que hoje temos tanto essa característica de trabalhar em conjunto com outras áreas.


O resultado ficou muito legal, eu tenho bastante orgulho. Até porque ainda se desdobrou em uma ação do pessoal do suporte, mandando presentinhos físicos para algumas pessoas.


Já o de maior impacto foi o Painel de Controle do lojista, porque a Collact tinha um painel muito legal, só que sem todas as visualizações gráficas e hoje ele tem um nível de entrega que suporta muito do que a Collact é hoje. Talvez não teríamos chegado onde estamos hoje sem isso, pelo tanto de informação, com qualidade e relevância, que entregamos nele, ajudando tanto a fazer a venda quanto reter este cliente.

o importante não é saber; é saber aprender.


C.: E o que você diria que você aprendeu nessa jornada na Collact?


G.: É uma resposta meio estranha, mas acho que aprendi que o importante não é saber; é saber aprender. Você não precisa estar 100% preparado, saber exatamente qual é o código que tem que fazer. Se você souber o que tem que fazer e souber o caminho, beleza, você está resolvido.


C.: O que você gostaria de saber quando você começou a sua carreira? Se pudesse falar com a Gabi de 8 anos atrás, o que você diria para ela?


G.: Eu diria que, mais importante do que onde você vai chegar, é aproveitar o caminho. Toda minha trajetória, como você pode perceber, foi de grandes mudanças. Se eu estivesse muito fixada — como em alguns momentos eu estive — em pensar “vou chegar em tal lugar” ou em tal cargo, nem sempre conseguiria aproveitar. É mais interessante e mais divertido aprender mais de mais coisas do que ficar muito tempo parada no mesmo lugar.


C.: O que é indispensável para você, que não abre mão de jeito nenhum?


G.: Hoje, o que é indispensável para mim é liberdade e responsabilidade e acho que a Collact é a primeira empresa que me proporcionou isso de verdade. Muitas empresas falam, mas não fazem — e isso para mim é o mais importante. Sem ter liberdade para falar o que penso ou para organizar meu trabalho de uma maneira que funcione, para mim não funciona.


C.: O que você vê para um futuro próximo de BA&A? Quais são os próximos passos?


G.: Já passamos da fase em que não se tinha informação e agora estamos em uma fase de muita informação, o que gera um pouco de desorganização. O próximo passo imediato é organizar a casa: unificar, organizar conceitos para que todo mundo fale a mesma língua e para não ficar aquela coisa em que para uma área um bom cliente é isso, para outra é aquilo. Então unificar tudo, todos falando na mesma língua. 


Depois que conseguir unificar, a ideia é trazer mais insights do que dados. Trazer a informação mais digerida e com mais recomendações; mais do que ficar analisando só o passado, analisar o futuro.


C.: Como você descreveria o seu momento de carreira? O que você está sentindo?


G.: Acho que minha carreira toda, olhando para trás, foi de muitos começos. Eu comecei em uma empresa, fui para outra e por mais que eu tenha ficado bastante tempo, eu sempre estava em uma área diferente. Na Collact mesmo, eu tive vários começos: eu saí; voltei; fui vender; fui fazer não sei o quê… Hoje eu acho que já não estou mais em um começo, eu estou em um momento de amadurecimento, de aprender mais para crescer onde estou e evoluir o que estou fazendo agora.


Isso é uma coisa relativamente nova para mim, porque normalmente era ou começar alguma coisa ou construir alguma coisa e agora que a equipe já está estável, é hora de evoluir. 


C.: Como definiria o porquê de se trabalhar na Collact?


G.: Porque não tem nada igual à Collact, em nenhum lugar do mundo. Esse é o time que eu mais tenho orgulho de ter trabalhado e são as pessoas que eu encontrei na minha vida que mais me agregaram — tanto pessoalmente quanto profissionalmente. É um estilo de trabalho completamente diferente de tudo que eu já experimentei e tudo que eu já vi lá fora. Não dá para explicar em palavras, mas é diferente, no melhor sentido da palavra.


C.: Gabi, você tem dicas de leitura para gente?


G.: Tem todas as bíblias aí: Storytelling with Data é uma delas, mas tem vários livros bons do assunto se você procurar. Pra mim, as melhores dicas de leitura são duas: a primeira é fazer benchmark, ver o que outras empresas estão apresentados de dados, como elas estão apresentando, olhar dashboards de tudo que você puder, mesmo que não tenha nada a ver com seu ramo, porque alguma coisa dá para extrair dali, com toda certeza. A segunda é estudar o seu negócio; quanto mais você souber do negócio que você quer apresentar os dados, mais fácil vai ser trazer dados relevantes.


C.: Uma pessoa que te inspira?


G.: Eu não sou uma pessoa de Ídolos, eu acho que não tenho nenhum. Mas eu gosto de filosofias e uma que me inspira é, apesar de ser um pouco clichê, ouvir o seu coração. Vê o que você quer ali no fundo e deixar aquilo te guiar para onde quer que seja, por mais que você ache que aquela não é uma decisão racional. Se você quer, tem alguma razão por trás. Essa filosofia — e não essa pessoa — me inspira bastante.


C.: Como você chamaria alguém para trabalhar com você, na sua equipe?


G.: Eu diria só confia e vem, depois eu te explico. Mas vem, porque vai dar certo! 



Que aula da Gabi, né! Nem sempre nossos planos vão dar certo — e isso não é um problema. Às vezes é mais importante encontrar um lugar que te dê a liberdade para descobrir o seu caminho do que ter certeza de cada momento da sua vida.


Para a Gabi, esse lugar foi (e é) a Collact e pode ser para você também. A Collact está com diversas vagas abertas, seja na área de operações, pessoas, produto ou engenharia. Agora, é só clicar aqui e se inscrever para participar do nosso processo seletivo! 


Até a próxima edição :)


Guilherme Almeida

Formado em publicidade, decidi em 2020 migrar para programação. E foi assim que entrei na Collact como desenvolvedor front-end! Por aqui, você vai me ver escrevendo sobre tecnologia, sobre a Collact e sobre a tecnologia da Collact!

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